É inegável que Lula foi um bom presidente. Os números estão aí, analisa quem quiser. Há aqueles que alegam que o governo poderia ter sido melhor, que dava para crescer mais, economicamente falando, criar mais empregos, escolas... Provavelmente estão certos. Nada é tão bom que não pode ficar melhor. Mas reafirmo, é inegável que o governo Lula foi pelo menos regular.
Não sou daqueles oposicionistas radicais que criticam tudo que é contrário à sua ideologia política. Longe de mim. Considero essas pessoas atrasadas, anti-progressistas e pouco pragmáticas. Em pleno século XXI, rumo ao desenvolvimento tecnológico, humanístico e pessoal, não há mais espaço para esse tipo de atitude.
Justiça feita. Isto dito, partamos para o post. Eu odeio Lula.
Não a pessoa Lula, mas sim o presidente.
Não o odeio pelo seu vínculo esquerdista e passado de militante de causas marxistas, mas odeio pelo que ele representa enquanto brasileiro. Lula é esteriótipo de tudo que há de pior no Brasil. É o exemplo do cidadão que venceu na vida sem estudar; é o esquerdista que, para fins de vitória, renegou sua antiga ideologia; é o homem público que não se atem nem aos seus discursos (mto provavelmente não escritos por ele) e comete gafes a torto e a direito; é o presidente que sempre dá um jeitinho em tudo. Mas não é qualquer jeitinho, é o jeitinho brasileiro. Não há como mensurar o impacto nas próximas gerações do que representa Lula ter sido um bom presidente. Em um país historicamente corrupto, subdesenvolvido, com uma população pobre e analfabeta funcional, ter como chefe máximo da democracia um sujeito que passa esse tipo de imagem é catastrófico. Quantas crianças deixarão de estudar alegando que até para ser presidente do Brasil isto não é pré-requisito? Quantos corruptos vão continuar agindo, sabendo que sempre há uma maneira de escapar da punição e dar um jeitinho? Quantos protocolos inerentes à presidencia da república serão quebrados? O tempo irá responder. Inegável que Lula é um grande vencedor. Pessoa de muita sagacidade e inteligencia. Um líder nato, eu diria. Mas neste momento histórico, precisamos mais do que líderes. Precisamos de exemplos para mirar.
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